É um mamífero marinho da ordem dos cetáceos habitante dos mares de todo o mundo.

o Família dos Balenopterídeos;
o Ordem dos Cetáceos;
o Subordem dos Misticetos;
o Nome científico: Megaptera novaeangliae






quarta-feira, 15 de junho de 2011

Migallo, A única espécie de baleia jubarte Albina conhecida no mundo.


Migaloo é a única baleia jubarte branca documentada do mundo. Avistada pela primeira vez na Baía Byron, na Austrália em 1991.
Identificada como macho adulto é vista em períodos de migração ao longo da costa australiana.
As jubartes se alimentam na Antártida no verão e outono e migram para a costa leste da Austrália, no inverno e na primavera quando as águas estão mais quentes na Grande Barreira de Corais. Também estão presentes na costa brasileira. Possuem características, hábitos e um comportamento muito interessante e peculiar.


domingo, 27 de fevereiro de 2011

Novo Encalhe em Massa envolvendo 107 Baleias em praia da Nova Zelândia

Fevereiro de 2011 - Novo encalhe de baleias chama a atenção. 
Numa praia isolada, na Baía de Mason em Stewart Islandm, ao sul da Nova Zelândia encalharam 107 cetáceos da espécie Piloto, no último domingo, 21 de fevereiro.
Uma das explicações dadas por especialistas é de que as baleias dessa espécie vivem em bandos e seguem um líder. Daí que quando o líder se desorienta ou adoece pode levar todo o grupo com ele.
Outro fator prejuducial e que contribui para encalhes de baleias é a poluição do mar, pois levando-as a adoecer, consequentemente as faz perder o rumo. 
As baleias são animais com o sistema auditivo extremamente sensível e qualquer atividade humana nas áreas de concentração pode contribuir para o encalhe.





Fontes:
http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/meioambiente/apos+encalhe+107+baleiaspiloto+morrem+em+praia+da+nova+zelandia/n1238078829963.html
http://www.redetvi.com
Vídeo: BBC - http://www.noticiasrss.com.br/Post/Default.aspx?id=7170



quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Raio-x da baleia-jubarte


Está disponibilizado para o internauta, seguindo o link abaixo, informações importantes sobre a baleia jubarte. Pode-se ter acesso ao raio-x, documentário, dados sobre seu comportamento. Informações importantes para se saber mais sobre esse interessante mamífero que visita nosso litoral todos os anos. Aproveitem!

http://www.estadao.com.br/especiais/raio-x-da-baleia-jubarte,113056.htm 

Fonte: Estadao.com.br

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

As baleias das ilhas Galápagos

baleia - Os Bichos

Baleias exibem queimaduras na pele causadas pelas mudanças climáticas

As baleias da Califórnia, nos Estados Unidos, estão começando a sofrer de um mal: bolhas de queimaduras provocadas pelos raios solares. Os animais apresentavam lesões associadas a danos causados pelo sol, e muitas das suas amostras de pele revelaram padrões de células mortas associados com a exposição à radiação ultravioleta.
Pesquisadores que acompanharam os cetáceos durante três anos afirmam que a radiação ultravioleta (UV) e o dano à camada de ozônio são a causa do problema.

Algumas espécies de baleias  estão mostrando sinais de queimadura graves, que pode ser causada pela diminuição da camada de ozônio, prejudicando a capacidade para bloquear a radiação ultravioleta, conclui um novo estudo.
Os mamíferos do mar seriam particularmente vulneráveis aos danos causados pelo sol, em parte, porque eles precisam passar longos períodos na superfície do oceano para respirar, socializar e alimentar seus filhotes. Como eles não têm pêlos ou penas, efetivamente significa que tomam “banho” de sol nu.
A Imagem da baleia abaixo, no golfo da Califórnia, mostra bolhas de queimaduras na pele do animal.
"Esta é a primeira evidência que o raio ultravioleta pode lesar a pele dos cetáceos, mas é difícil dizer qual será o impacto na saúde delas", explica Laura Martinez-Levasseur, do Instituto de Zoologia e da Universidade de Londres Queem Mary, ambos no Reino Unido.
Entre 2007 e 2009, a pesquisadora e equipe estudaram espécies diferentes de baleias, realizando autópsia da pele de 142 animais. As baleias-azuis são as que mais sofrem com a exposição solar. Não foram encontrados sintomas mais graves como a presença de melanomas (câncer de pele) ou de outros tipos de doenças decorrentes do sol.
Imagem de baleia no golfo da Califórnia, nos Estados Unidos, mostra bolhas de queimaduras na pele do animal

Fonte:  Andy Coghlan da "NEW SCIENTIST"
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/828488-mudanca-climatica-provoca-bolhas-de-queimaduras-em-baleias-diz-estudo.shtml
foto: Diane Gendron

Sedação química salva baleia enroscada em cordas no oceano

Pela segunda vez cientistas obtêm sucesso com o uso de sedativo para ajudar a cortar cordas enroladas nas nadadeiras e na boca de uma baleia presa ao norte do oceano atlântico.
A sedação química causa menos estresse no mamífero e reduz o tempo gasto em operações de desentranhamento com corda.
A jovem baleia fêmea, nascida na temporada de 2008-2009 e de aproximadamente 9 metros foi observada presa no dia de Natal por uma equipe de rastreamento aéreo. No dia 30 de dezembro, 45 metros de corda foram retirados mas ainda havia muita corda a ser solta.

Segundo informações do jornal Science Daily, o animal continuou a ser rastreado via satélite para verificar se o restante da corda seria expulsa naturalmente, mas não foi o que ocorreu.
Sedar baleias no mar não é tarefa fácil e este tipo de intervenção ainda está nos seus primórdios. Mas a operação colocou em praticas novas tecnologias como a etiqueta de monitoramento que além de rastrear mandou dados de seu comportamento antes, durante e após a sedação.

Após ser solta das cordas, os pesquisadores administraram uma dose de antibióticos para tratar de suas feridas bem como drogas para reverter a sedação.

Fonte: Reportagem de Helena Terra,  da Agência de Notícias de Direitos Animais - ANDA,  em 24.01.2011

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ameaça às Baleias: a caça e a ganância


A caça às baleias não ameaça apenas as baleias. Ao mesmo tempo em que as baleias começaram a ser protegidas, há não mais que meio século, o homem aumentou dramaticamente seu impacto nos oceanos. As ameaças ao habitat natural das baleias incluem o aquecimento global, a poluição, pesca predatória, o buraco na camada de ozônio, encalhes como os produzidos por sistemas de defesa com sonar e trombadas com navios. A pesca industrial ameaça o suprimento de comida das baleias e também as coloca em risco de se prenderem em redes de pesca.

Se você está pensando em comer baleia, deveria pensar de novo. Pois a gordura de baleias mortas em algumas áreas está tão contaminada com organoclorados, óleo PCB e pesticidas que é considerada lixo tóxico. Organoclorados causam grande impacto na natureza devido a três características básicas: persistência ambiental, bioacumulação e alta toxicidade. São conhecidos por retardar o desenvolvimento infantil e afetar a reprodução humana.

Apesar dessas ameaças acumuladas, um número cada vez maior de nações que participam do IWC - Comissão Internacional de Caça à Baleia (International Whaling Commission) está votando pela volta imediata da caça comercial à baleia.
Esses países foram todos recrutados para entrar na IWC e votar de acordo com o que é conhecido como “programa de voto consolidado”, estabelecido pela Agência Pesqueira do Japão (FAJ).

Atualmente, Noruega e Islândia são os únicos países do mundo onde a caça comercial às baleias é oficialmente permitida. No Japão, a caça é permitida apenas para fins científicos (o que nem sempre corresponde à verdade).

Fonte: http://oceans.greenpeace.org/pt/nossos_oceanos/baleias

Alerta! O Oceano e as espécies marinhas afetados pelo Aquecimento Global

De forma preocupante cientistas advertem que o oceano e seus habitantes serão irreversivelmente afetados pelo impacto do aquecimento global e as mudanças climáticas; visto que o aquecimento global, ao subir as temperaturas dos mares, irá elevar os níveis das águas e mudar as correntes oceânicas.
Um aumento médio global dos mares de 9 a 88 centímetros é esperado nos próximos 100 anos, graças aos gases de efeito estufa que já emitimos e provavelmente ainda emitiremos. Isso acontecerá mais ou menos na mesma medida que o derretimento do gelo e a expansão termal dos oceanos (a água se expande quando aquecida).
Os aumentos de temperatura causam impacto em toda a cadeia alimentar marinha. O fitoplâncton, por exemplo, que alimenta pequenos crustáceos incluindo o krill, cresce sob o gelo do mar. Uma redução no gelo do mar implica em diminuição de krill – que, por sua vez, alimenta muitas espécies de baleias, incluindo a jubarte.

Baleias e golfinhos encalham em temperaturas altas. As grandes baleias também podem perder sua área de alimentação, o oceano ao redor da Antártica, por causa do derretimento e do colapso dos mantos de gelo.

Espécies inteiras de animais marinhos e peixes estão diretamente sob risco graças ao aumento de temperatura – elas simplesmente não conseguem sobreviver em águas mais quentes. Algumas populações de pingüins, por exemplo, diminuíram em 33% em partes da Antártica, por causa do declínio do habitat.

Uma ocorrência cada vez maior de doenças em animais marinhos também está ligada ao aumento de temperatura dos oceanos.

Fonte: http://oceans.greenpeace.org/pt/nossos_oceanos/mudancas_climaticas

Assistam o vídeo:

http://www.greenpeace.org.br/oceanos/videos/breathe/flvplayer.html

sábado, 25 de dezembro de 2010

As ameaças as Jubarte e algumas ações para a sua conservação.

A Poluição e a Degradação do Ambiente Marinho
 

A poluição dos oceanos pode causar vários danos que atingem as baleias direta e indiretamente, afeta a fotossíntese e causa a mortalidade do plâncton, tendo, portanto aqui também impacto direto sobre a base da cadeia alimentar dos oceanos, além de causar diversos danos à saúde dos vertebrados. Em cetáceos, tais compostos sofrem bioacumulação, através da concentração sucessiva na cadeia alimentar, e esta acumulação amplia-se geralmente com a idade até pelo menos a maturidade sexual.
As baleias possuem características que as tornam particularmente vulneráveis a esses efeitos: acumulam energia em  camadas de gordura. O leite  é também muito rico em gordura protegendo assim  o filhote, justamente durante períodos críticos de desenvolvimento de seus sistemas endócrino, nervoso e imunológico.  (Instituto Baleia Jubarte, 2003).
Note-se que o Comitê Científico da Comissão Internacional da Baleia, ao revisar em 1995 os efeitos de poluentes sobre cetáceos, chamou na oportunidade a atenção para o fato de que as espécies mais ameaçadas pela contaminação ambiental podem ser aquelas já muito reduzidas em número, como é o caso efetivo da baleia jubarte (Instituto Baleia Jubarte, 2003).
A região da Antártida cumpre importante papel no ciclo biológico da baleia jubarte, por concentrar as reservas alimentares que as atraem durante o período de verão. Em anos recentes, tem chamado a atenção dos pesquisadores o aumento, do chamado “buraco de ozônio” na região Antártica, que resulta na penetração da atmosfera terrestre por um volume perigosamente alto de raios ultravioleta (UV-A e UV-B, que contribuem respectivamente para a inibição da fotossíntese por diatomáceas e dinoflagelados, e para a supressão de fotossíntese próxima a superfície da ordem de até 15%). Dados oceanográficos indicam, portanto, que alterações na radiação espectral no meio aquático implicam em mudanças notáveis em processos básicos como a fotossíntese, tendo como conseqüência a ruptura dos ciclos do fito e zooplâncton, e, portanto, a alteração de toda a cadeia ecológica dos oceanos, a ponto de existirem previsões de decréscimo da produção primária da região de até 5%, o que representa uma cifra calamitosa (Projeto Baleia Franca, 2003).
A redução do ozônio sobre a região antártica, entretanto, é apenas um componente de um problema muito maior e que vem se evidenciando de maneira cada vez mais cabal, e que é a alteração do clima em função de ações externas relacionadas à atividade industrial. As mudanças climáticas induzidas pela ação humana podem vir a resultar em impactos dramáticos nos sistemas oceânicos, incluindo mudanças na biodiversidade marinha, podendo ocasionar eventos de extinção local ou mesmo global.
O Comitê Científico da Comissão Internacional da Baleia analisou em 1995 um estudo que resumia uma série de fatores e efeitos de alteração ambiental, atuantes no hemisfério sul e particularmente nos mares antárticos, capazes de afetar direta ou indiretamente os cetáceos; o sumário abaixo é extraído deste trabalho, cujos autores alertam para o fato de que os efeitos apontados tendem a ser detectados tarde demais para a adoção de medidas eficazes de gestão. Análises recentes identificam cinco fatores básicos além das alterações na produtividade do fitoplâncton que devem ser consideradas ao verificar os possíveis efeitos das mudanças climáticas para as baleias:
a) o ritmo acelerado das alterações externas do clima parece estar fora da experiência evolutiva dos cetáceos atualmente existentes;
b) muitas espécies de baleias possuem ciclos de vida complexos, especialmente aquelas que - como baleia jubarte - empreendem longas migrações latitudinais sazonais e, portanto aparentam ser dependente de recursos determinados em regiões singulares às quais acorrem;
c) muitas espécies de baleias, como a baleia jubarte, já se encontram em níveis populacionais extremamente reduzidos; e
d) diversas espécies e populações já se encontram sob o impacto de múltiplas outras perturbações de origem externa (Instituto Baleia Jubarte, 2003).
A gravidade da ameaça é confirmada por eventos recentes em que espécies dependentes de krill (Euphasia superba) um dos mais importantes itens na dieta de muitos grandes cetáceos, estão experimentando mortalidades sem precedentes nas colônias reprodutivas, aparentemente por alterações profundas na distribuição espacial de krill causada por correntes não usuais (Projeto Baleia Franca, 2003).
3.5- Encalhes
Uma outra ameaça às baleias jubarte é o encalhe. As baleias encalham sozinhas ou em grupos nas praias, podendo estar vivas ou mortas. Nos encalhes individuais, elas freqüentemente encontram-se feridas ou estressadas. Uma vez encalhado, o animal emite sons indicativos de seu sofrimento, que são ouvidos pelos outros membros do grupo, que então buscam aproximar-se do animal ferido ou doente, e na ânsia de acompanhá-lo acabam encalhando. No encalhe em massa, geralmente os animais encalham vivos, e mesmo quando são levados de volta ao mar tendem a retornar insistentemente para a praia. O encalhe em massa pode resultar de más condições de tempo, doenças ou mau funcionamento do sistema de ecolocação, relevo suave da costa, ataques de predadores entre outros (Pinedo et al., 1992).
O encalhe de mamíferos marinhos é um fato de valor científico imenso, que pode indicar inclusive a confirmação de espécies de ocorrência possível na costa ou indicar novas áreas de destruição das espécies que aqui ocorrem. Em caso de espécies raras, o estudo de animais encalhados muitas vezes é a única maneira de ampliar o conhecimento sobre elas. Para cada animal morto, ou que venha morrer após o encalhe, toda informação e material que puder ser coletado será uma valiosa contribuição para o conhecimento da espécie. Estas são as grandes vantagens de encalhes de cetáceos, mas por outro lado tem-se as desvantagens também, geralmente quando grandes cetáceos com a baleia jubarte encalha viva, são poucas as chances de que estes voltem ao mar vivos, a maioria acabam morrendo na praia, principalmente quando os encalhes são em massa o que torna ainda mais difícil o resgate. No litoral brasileiro o resgate de mamíferos marinhos de grande porte é lento e inadequado. Não há incentivo financeiro para este tipo de ação pelo governo, e o que é feito para melhorar o tipo de resgate fica por contas de ONG’s (Palazzo e Palazzo, 1989).


Fonte: 
http://www.monografias.brasilescola.com/biologia/as-ameacas-as-baleias-jubarte-acoes-visando-sua-conservacao.htm

Assista o Canto das Baleias Jubarte


segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

PROJETO PONTES & BICHOS - Relatório Final


RESUMO
 

No planeta Terra, oscilações normais de temperatura são observadas ao longo dos tempos. Nos últimos anos, pode-se observar um aumento significativo na temperatura de todo o planeta, gerando preocupações, já que este aumento ocorre em ritmo muito acelerado e afeta a todos os organismos vivos. Alertas mundiais aos habitantes globais para conscientizar a população sobre a conservação dos biomas e das espécies existentes no planeta estão sendo feitos, com resultados ainda pouco significativos. Tratamos, neste estudo, sobre as alterações ambientais e a ação antrópica influenciando no comportamento das baleias jubarte, Megaptera novaeanglia, uma espécie de cetáceo filtrador migratório que durante o verão austral, permanece nas águas do ambiente antártico, no hemisfério sul, a fim de manter sua dieta alimentar, capturando o krill, Euphausia superba, um pequeno crustáceo que vive em águas geladas. Logo após esse período, partem em busca de acasalamento ou envolvidas com a procriação e amamentação dos seus filhotes, migrando pelas águas tropicais do litoral brasileiro, quentes e calmas, passando pela plataforma continental da Bahia, utilizando-a como área reprodutiva, sendo avistadas em grupos no período de julho a novembro anualmente. Esta investigação poderá subsidiar respostas e ações em decorrência das alterações ambientais e climáticas interferindo sobre o comportamento migratório da população de jubartes em torno das áreas de concentração desde a Península de Maraú e as localidades de Itacaré e Ilhéus e também abordar sobre a sua relação com as atividades humanas, enumerando os possíveis impactos que as atividades econômicas a serem desenvolvidas com a construção de um complexo de escoamento de minérios – que inclui porto, aeroporto, ferrovia e terminais de carga – a serem instalados no litoral norte do município de Ilhéus, sul da Bahia, priorizando a economia da região, possam vir a causar riscos para esses cetáceos e para o aquecimento do planeta. 

Para ter acesso ao Relatório completo, envie uma mensagem de e-mail para o endereço seguinte:
biomamarinho.ba@gmail.com.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O ESPETÁCULO NÃO PODE PARAR! O Show das Baleias com seus Movimentos Acrobáticos

As baleias jubartes são conhecidas por realizarem uma série de eventos comportamentais aéreos. 
Os estados comportamentais mais frequentes são saltos e batidas de nadadeiras em movimentos graciosos: salto de caudal, slash de caudal, batida de caudal, batida de pedúnculo, batida de cabeça.

o salto breaching
Imagem: www.opapeldeparede.com.br


Veja o breaching = salto acrobático para fora d'água

batimento peduncular = consiste em lançar a parte posterior do corpo para fora da água e bater com ela, de lado, na superfície ou numa outra baleia.






Foto: IBJ

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Resumo do Relatório 2: ROTA MIGRATÓRIA DAS BALEIAS JUBARTE NO LITORAL SUL DA BAHIA E O AQUECIMENTO GLOBAL




RESUMO


Em qualquer ecossistema, todos os componentes devem sempre estar em total equilíbrio. Alterações no ambiente podem determinar modificações, ocorrendo quebra da sinergia ambiental. Em decorrência das ações humanas, as espécies podem extinguir-se, principalmente aquelas espécies que apresentam baixo potencial biótico.  As baleias jubarte, Megaptera novaeanglia, uma espécie de baleia migratória, após alimentar-se do krill, na Antártica, parte em busca de acasalamento e para procriar, na sua rota migratória pelas águas tropicais do litoral atlântico sul, sendo avistada em grupos num mesmo período, anualmente, pelo litoral sul da Bahia. A conservação da integridade do bioma marinho nesta região, a qual abriga grande variedade de espécies por toda a sua zona costeira, é imprescindível para a ampliação da consciência social relativa aos cuidados para com as atividades a serem desenvolvidas na região, uma vez que sem as devidas medidas preventivas, impactos antropogênicos podem por em risco todo o bioma marinho e a mata atlântica, comprometendo assim a biodiversidade, desencadeando vários desastres ambientais, intensificando o efeito dos gases estufa e consequentemente aumentando a temperatura da Terra, modificando o clima, interferindo sobre a rota migratória da população de jubartes e nas relações interespecíficas entre essas baleias e botos que circundam a área; ameaçando espécies endêmicas da região; os recifes coralíneos ali existentes, que poderão ser interceptados por atividades econômicas projetadas para a região; a vegetação nativa; algumas espécies em extinção que sobrevivem nas áreas potenciais de sustentabilidade ecológico–paisagística da faixa costeira da mata atlântica, como também modificando a paisagem tropical. Deve ser permitido o desenvolvimento justo e sustentável, o uso racional dos recursos naturais, reconhecendo os limites, identificando os problemas causados ao ambiente pelas atividades de degradação ambiental, tendo em vista a importância biológica e econômica para a região.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Bionotícia: A Escassez de Krill


A Antártica, um dos lugares mais impressionantes e gélidos da Terra, no Oceano Austral,ée um recurso pesqueiro valioso, terreno fértil para o krill, base da cadeia alimentar Antártica. Também é um dos lugares do mundo onde houve o aumento das temperaturas devido ao aquecimento global.
Especula-se que reservas de krill pode ter diminuído o que vai tornar mais difícil a alimentação das baleias de barbatanas.
O KRILL Antártico é o alimento principal das Baleias, emn particular, a Jubarte, que migra para o Oceano Austral no verão para se alimentar.
Seu nome científico é Euphausiacea superba, um pequeno crustáceo medindo entre 3 a 5 cm, com aparência exótica, de casca avermelhada translúcida e grandes olhos negros, que habita as águas geladas.Contem altas concentrações de ômega-3 e em média abrabge 80 mil espécies. Uma jubarte pode consumir duas toneladas de krill de uma só vez. Um rompimento na cadeia alimentar da qual faz parte  o krill, podería ter conseqüências catastróficas em termos ecológicos.
Pesquisas realizadas por cientistas britânicos mostram Que o Krill fornece benefício ambiental, pois ajuda na retenção ou sequestro de dioxido de Carbono (CO2) da atmosfera, reduzindo uma quantidade de gases estufa devido ao seu comportamento que permite remove grande quantidade de carbono da atmosfera terrestre  ao mergulhar várias vezes por dia, da superfície para o fundo oceânico, para escapar de predadores e durante o percurso ao eliminar seus excrementos, o crustáceo injeta carbono a grandes profundidades. O krill é produtor de poderosas enzimas decompositoras de proteínas e alimenta-se de fitoplancton durante a noite, ao emergir até a superfície  e mergulha durante o dia para ofFundo oceânico na tentativa de se refugiar dos predadores. 
Um estudo estima que uma quantidade de CO2 transferido para o fundo oceânico, pelos milhões de krill, eqüivale à emissão anual de 35 milhões de automóveis.
Os resultados da pesquisa estao publicados Revista Científica Current Biology. 


cardumes de krill

Mais informações sobre o Projeto de Conservação do Krill Antártico, está disponível nos seguintes endereços:



 

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Video da nossa viagem rumo às baleias jubarte em Itacaré com os flashes da equipe

Este vídeo relata momentos gratificantes e também de esforço, satisfação, alegrias, emoções, trabalho e comprometimento de uma equipe voltada para buscar o máximo de informações sobre as baleias jubarte e todo o conjunto relacionado à fauna e flora da região.
Mostra a beleza natural existente na paisagem ao longo do caminho da rota das baleias e nos faz pensar no amanhã; no que os nossos olhos poderão "não ver " se não tivermos consciência de que o futuro próximo só depende de nós.

Eis no Link de acesso ao nosso vídeo. É só clicar :

http://www.slide.com/r/7iQPAkT_0D_bOEvSLk78zvtTxpIi6WZf?previous_view=mscd_embedded_url&view=original




Queremos dividir com vocês alguns momentos especiais da nossa viagem.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Resumo do Relatório I ref. ao Projeto Pontes & Bichos

PROJETO PONTES & BICHOS


ROTA MIGRATÓRIA DAS BALEIAS JUBARTE NO LITORAL SUL DA BAHIA E O AQUECIMENTO GLOBAL
RELATÓRIO I

RESUMO

A baleia jubarte, Megaptera novaeanglia, é uma espécie de baleia migratória. Durante o verão austral, de novembro a abril, permanecem nas águas do hemisfério sul, mais fértil em krill, Euphausia superba, um pequeno crustáceo que vive em águas geladas, sua base alimentar. Logo após esse período deixam o ambiente marinho antártico, partindo em busca de acasalamento e para procriar, na sua rota migratória pelas águas tropicais do litoral brasileiro, passando pela plataforma continental da Bahia, utilizando-a como área reprodutiva, anualmente num mesmo período, enquanto transcorre o solstício de inverno no hemisfério sul. Elas são avistadas em grupos no período de julho a outubro no litoral sul da Bahia.
Esta investigação poderá subsidiar respostas e ações em decorrência das alterações ambientais interferindo sobre a rota migratória da população de jubartes, pouco conhecidas, trazendo informações sobre sua rota, num percurso em torno de três áreas, da Península de Maraú, Itacaré, Ilhéus e a sua relação com as atividades humanas enumerando os possíveis impactos que as atividades econômicas a serem desenvolvidas com a construção de um complexo de escoamento de minérios – que inclui porto, aeroporto, ferrovia e terminais de carga – a serem instalados no litoral norte do município de Ilhéus, sul da Bahia, priorizando a economia da região, possam vir a causar riscos para esses cetáceos e para o aquecimento do planeta, que reduz a população de krill em alguns pontos do globo, o que permite desenvolver ações estratégicas de manejo visando a conservação da espécie.


Para mais informações ou obter o relatório completo atenderemos através de mensagem de e-mail para: